terça-feira, 20 de junho de 2017

Echinopsis chamaecereus

O genero Echinopsis possui de 50 a 120 espécies de cactus e logimente é um genero pertencente a familia das cactaceas. Uma dessas espécies é o Echinopsis chamaecereus também conhecido como Echinopsis silvestris, Cereus silvestris ou Chamaecereus silvestris.
As principais caracteristicas do Echinopsis chamaecereus sao: planta arbustiva prostata com pequenas colunas ramificadas, cilindricas, de cor verde palido, colunas de 9 a 15 mm de diametro, possui de 6 a 9 costelas de espinhos e essas costelas possuem auréolas com 10 a 15 espinhos brancos ou amorronzados.
Sua inflorecencia se da no verao e essas flores sao de uma cor vermelho alaranjado. As flores abrem durante o dia com boa exposiçao ao sol ou grande claridade. Uma curiosidade na inflorecencia dos cactos é que se o tempo fica nublado as flores se fecham ou nao abrem pois é uma defesa natural da planta para que a chuva nao carregue os graos de polén.
O Echinopsis chamaecereus se propaga por estacas e por sementes, se desenvolve melhor em terra arenosa, pobre de matéria organica e rica em minerais. é uma espécie originaria da Argentina e porisso é muito comum em todos os paises da América do sul.
Por ser um cacto originario de uma regiao da Argentina proximo aos Andes ele suporta bastante os climas frius, até mesmo a neve desde que nao passe por um longo periodo de tempo com a terra molhada.
Quanto as regas, o ideal é que seja feita regas com um espaço de tempo maior até que a terra fique completamente seca por alguns dias, no inverno deve ser eliminada as regas completamente.
A exposiçao ao sol é sol pleno e se desenvolve muito bem na meia sombra, lembrando que para expor ao sol pleno, caso seja pela primeira vez, essa exposiçao deve ser feita gradualmente para evitar queimaduras.

Segue abaixo a foto da minha muda de Echinopisis chamaeceres que possui poucos meses e esta florida!




VEJA O VIDEO:


Obrigada
Fran natura

sábado, 17 de junho de 2017

Gymnocalycium ragonesei

O Gymnocalycium ragonesei ou também chamado Gymnocalycium ragonesii é um lindo cacto originário da Argentina, é uma plantinha considerada de pequeno porte e de dificil cultivo.
Este cacto cresce solitário e raramente solta novas mudas da base ou da propria estrutura, propagado principalmente por sementes. O seu cultivo é considerado dificil principalmente por conta da terra que deve ser muito pobre em matéria orgânica e um certo ph ideal para ele.
E controlando a terra usada podemos controlar a estética da planta que deve ser uma forma achatada e não com um ápice protuberante.
O Gymnocalycium ragonesei é um cacto de cor muito escura, entre o cinza e o preto, crescendo no máximo 7cm de diâmetro, possui dois pares de espinhos brancos bilaterais em cada auréola, e os espinhos são achatados contra a estrutura da planta.
A floração ocorre na época mais quente do ano, soltando lindas flores branca/amarelada com bordas acinzentadas que chega a ter um diâmetro quase maior que a própria planta.
Quanto a exposição ao sol, o ideal é que leve somente 3 horas de sol da manhã e o restante do dia na sombra com boa iluminação.
A rega deve ser feita com cautela, assim como em todas as cactaceas, dando um bom espaçamento entre uma rega e outra e se possível deixando ele sentir a seca.
é um cacto que suporta bem o clima friu do inverno, vale lembrar que ele suporta até -5 graus desde que esteja protegido da água já que no inverno não deve ser feito a rega.

Confira as fotos:




VEJA O VIDEO:


Obrigada,
Fran natura

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Monadenium




   Esta postagem é compartilhada, ou seja feita a partir da nossa experiência com a monadenium. 


  O gênero Monadenium, é uma suculenta bem diferenciada para se aumentar a coleção visando diferenças que ela tem sendo muito atraente.

  São colunares podendo ter um efeito pendente no vaso, e seu sistema radicular é formado por pequenas protuberâncias.

  Pertencente à família das euforbiáceas citamos aqui uma pequena lista de algumas espécies que compreende este gênero como: Monadenium Guenteri, Monadenium Stapelióides, Monadenium heteropodium, monadenium Ellenbeckii, Monadenium Gillette, Monadenium Reflexum entre outros.

  Tolera frio ameno, caindo as folhas quando entra em dormência, mas não chega a ser uma regra pois, espécies deste mesmo gênero podem ter períodos de dormência no verão, a queda das folhas é um indício de sua dormência.


  Não tolera solo encharcado, então deixar o solo secar completamente até a próxima rega é essencial, para evitar o apodrecimento.

  Exige muita luz e até exposição solar por no máximo três horas, o sol da manhã é o perfeito para ela, e então seguir as próximas horas á meia sombra com nossos exemplares estão.  O solo deve ter pedriscos ou areia para que tenha uma boa drenagem.

  Sua coloração fica avermelhada quando exposta ao sol pleno, pelo estresse que a planta sofre, e na sombra a presença da clorofila fica evidente pelo seu tom verde intenso.

  Originaria da África Oriental, ela gosta de rega semanal no verão desde que a próxima rega o substrato esteja seco, e no inverno a rega deve ser moderada a ponto de espaçar o máximo possível de tempo para uma nova rega.


  O caule destas plantas ainda é curto, por serem jovens, porém cresce consideravelmente, tem protuberâncias em todo caule desde a base até a ponta, onde se originam um conjunto de folhas e onde também nasce a floração.

  As folhas são duras e as novas brotações originam da base da planta mãe e também no decorrer do caule quando a planta vai ficando mais velha.


  O cultivo é fácil, cuidando para não exagerar na rega é claro, não necessita de adubação constante, sendo assim uma planta bastante rústica.


  Também tem uma seiva leitosa que a torna uma planta tóxica também é uma característica bastante forte na família das euforbiáceas.

   Texto por Simone Felic e Fran natura.





Confira o blog da Simone Felic:

Texto e imagens por: Simone Felic e Fran natura.
 
Obrigada pela leitura!!!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Sempervivum arachnoideum!

As Sempervivum em geral são suculentas originárias da Europa, América e Ásia, são suculentas com rosetas bem compactas e carnosas de forma arredondadas e cores variadas, dentre elas, existem algumas que as rosetas são cobertas por uma camada macia que parece uma verdadeira casa de aranha.
As rosetas de Sempervivum crescem formando uma espécie de tapete, produzindo sempre novas rosetas que tendem a enraizar sozinhas.
Uma grande curiosidade das Sempervivum é que elas florescem somente a partir do terceiro ano de vida quando é uma planta considerada adulta e na melhor fase da sua vida. São lindas flores em forma de estrela na estremidade de uma longa haste floral e na maioria das vezes produzem sementes férteis e por fim a planta morre.

A Sempervivum arachnoideum é uma suculenta para ser cultivada em pleno sol e também sobrevive a meia sombra e sombra, muito resistente ao friu, a neve e ao sol.

Segue abaixo algumas fotos da minha bacia de Sempervivum arachnoideum:




 VEJA O VIDEO:



E não esqueça de conferir a loja online de vendas de sementes de cactos, suculentas e Adenium obesum:
www.shopfran.com.br
Obrigada
Fran natura



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Participe do sorteio!

Ola, hoje venho aqui no blog para lembrar voces de participarem do sorteio que esta aberto no canal Fran natura no youtube, segue abaixo o link do video:


Obrigada
Fran natura

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Adaptação das plantas suculentas.

Sempre pensamos que as plantas suculentas pertencem e se desenvolvem em ambientes desérticos, muito quente e seco, vale lembrar que algumas espécies crescem em territórios com características ambientais completamente diferente dos desertos, tantas espécies estão presentes nas florestas, locais em que a seca é inexistente. Então é correto afirmar que as plantas suculentas são vegetais com
características específicas que além de suportarem o calor das altas temperaturas e a falta de
água, possuem uma grande capacidade de adaptação a diferentes ambientes.
Mesmo que a origem da grande maioria das espécies seja de zonas como a América do Sul (todas as cactaceas) e Sul da África (nas zonas desertas africana, por exemplo, estão presentes as Aloaceas, Asclepiadaceas e Euphorbiaceas), as suculentas estão difusas na natureza de quase todo o planeta. No Madagascar e nas Ilhas Canárias, por exemplo, existe a presença das Euphorbias, enquanto na Europa encontramos tantas espécies de Sedum e Sempervivum, principalmente nas áreas montanhosas.
As diferenças dentro deste enorme grupo de plantas não é somente a capacidade de se adaptar as condições climáticas das áreas onde estão presentes. Mas, a grande capacidade de adaptação fez com que elas desenvolvessem mutações, formatos e características diferentes na sua estrutura, muito diferente das outras espécies de plantas.
Um grande exemplo são as espécies epífitas (os géneros Epiphyllum, Hilocereus e Rhipsallis) que crescem e se desenvolvem sobre outras plantas. Isso ocorre muito no interior das florestas onde tem pouca luz e pouco ar, as epífitas concorrem com outras espécies de plantas. As plantas epífitas não são parasitas, mais são plantas muito inteligentes que usam outras plantas como suporte e apoio para sobreviverem.
Você já parou pra pensar que a flor de maio que temos em casa plantada em um vaso na natureza ela vive de outra maneira?? sem substrato?? e agarrada nos galhos de uma árvore??
Depois deste exemplo das epífitas é absolutamente indiscutivel a originalidade das plantas suculentas com relaçao a capacidade de adaptação.

Exemplo de uma suculenta epífita plantada em vaso, Schlumbergera truncata:



Obrigada pela leitura,
Fran natura

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estiolamento das plantas suculentas.

Como todas as plantas, é muito importante que no decorrer do dia elas recebam a luz do sol em todos os lados, ou seja, lembre-se sempre de virar o vaso de vez em quando. Frequentemente por causa da má iluminação do local onde se posiciona a nossa planta suculenta, ela recebe luz somente de um lado, então depois de um tempo, dependendo de espécie para espécie, essa nossa planta suculenta começa a inclinar-se e crescer para um lado procurando a luz.
Com a má iluminação cactos e suculentas começam a perder a forma compacta e uniforme. A observação diária das nossas plantas suculentas é indispensável para sabermos o momento certo de virar os vasos na direção da luz solar.
Outra situação muito comum do estiolamento é quando um cacto ou suculenta é cultivado ao interno com a luz filtrada das janelas e começam a apresentar uma forma afunilada, ou no caso das suculentas, apresentam um espaçamento muito grande entre as folhas. Isso ocorre por causa da pouca luz e se não for tomado nenhuma providência, eles perdem completamente a forma que caracteriza a espécie e isso é irreversível e do ponto de vista estético não é correto.
Vale lembrar que suculentas que vivem na luz filtrada são muito mais sensíveis e não podem ser expostas aos raios solares antes de passar por uma fase de adaptação. Essa fase de adaptação quer dizer que deve-se ir expondo elas aos raios solares um pouco mais a cada dia até ela conseguir se adaptar a quantidade de horas de sol necessarias para a espécie.
Se essa fase de adaptação não for respeitada a planta sofre queimaduras nas folhas e na sua estrutura e esse é um problema na estética que demora muito tempo para se recuperar, quando é o caso.
Segue abaixo alguns exemplos de estiolamento e queimaduras em cactos e suculentas:

Queimadura dos raios solares na Graptopetalum superbum.



Estiolamento da Kalanchoe kewensis com o espaçamento visivel entre as folhas e a inclinação em busca da luz.




Afunilamento na Euphorbia globosa.




Obrigada pela leitura,
Fran natura
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