sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Participe do sorteio!

Ola, hoje venho aqui no blog para lembrar voces de participarem do sorteio que esta aberto no canal Fran natura no youtube, segue abaixo o link do video:


Obrigada
Fran natura

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Adaptação das plantas suculentas.

Sempre pensamos que as plantas suculentas pertencem e se desenvolvem em ambientes desérticos, muito quente e seco, vale lembrar que algumas espécies crescem em territórios com características ambientais completamente diferente dos desertos, tantas espécies estão presentes nas florestas, locais em que a seca é inexistente. Então é correto afirmar que as plantas suculentas são vegetais com
características específicas que além de suportarem o calor das altas temperaturas e a falta de
água, possuem uma grande capacidade de adaptação a diferentes ambientes.
Mesmo que a origem da grande maioria das espécies seja de zonas como a América do Sul (todas as cactaceas) e Sul da África (nas zonas desertas africana, por exemplo, estão presentes as Aloaceas, Asclepiadaceas e Euphorbiaceas), as suculentas estão difusas na natureza de quase todo o planeta. No Madagascar e nas Ilhas Canárias, por exemplo, existe a presença das Euphorbias, enquanto na Europa encontramos tantas espécies de Sedum e Sempervivum, principalmente nas áreas montanhosas.
As diferenças dentro deste enorme grupo de plantas não é somente a capacidade de se adaptar as condições climáticas das áreas onde estão presentes. Mas, a grande capacidade de adaptação fez com que elas desenvolvessem mutações, formatos e características diferentes na sua estrutura, muito diferente das outras espécies de plantas.
Um grande exemplo são as espécies epífitas (os géneros Epiphyllum, Hilocereus e Rhipsallis) que crescem e se desenvolvem sobre outras plantas. Isso ocorre muito no interior das florestas onde tem pouca luz e pouco ar, as epífitas concorrem com outras espécies de plantas. As plantas epífitas não são parasitas, mais são plantas muito inteligentes que usam outras plantas como suporte e apoio para sobreviverem.
Você já parou pra pensar que a flor de maio que temos em casa plantada em um vaso na natureza ela vive de outra maneira?? sem substrato?? e agarrada nos galhos de uma árvore??
Depois deste exemplo das epífitas é absolutamente indiscutivel a originalidade das plantas suculentas com relaçao a capacidade de adaptação.

Exemplo de uma suculenta epífita plantada em vaso, Schlumbergera truncata:



Obrigada pela leitura,
Fran natura

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estiolamento das plantas suculentas.

Como todas as plantas, é muito importante que no decorrer do dia elas recebam a luz do sol em todos os lados, ou seja, lembre-se sempre de virar o vaso de vez em quando. Frequentemente por causa da má iluminação do local onde se posiciona a nossa planta suculenta, ela recebe luz somente de um lado, então depois de um tempo, dependendo de espécie para espécie, essa nossa planta suculenta começa a inclinar-se e crescer para um lado procurando a luz.
Com a má iluminação cactos e suculentas começam a perder a forma compacta e uniforme. A observação diária das nossas plantas suculentas é indispensável para sabermos o momento certo de virar os vasos na direção da luz solar.
Outra situação muito comum do estiolamento é quando um cacto ou suculenta é cultivado ao interno com a luz filtrada das janelas e começam a apresentar uma forma afunilada, ou no caso das suculentas, apresentam um espaçamento muito grande entre as folhas. Isso ocorre por causa da pouca luz e se não for tomado nenhuma providência, eles perdem completamente a forma que caracteriza a espécie e isso é irreversível e do ponto de vista estético não é correto.
Vale lembrar que suculentas que vivem na luz filtrada são muito mais sensíveis e não podem ser expostas aos raios solares antes de passar por uma fase de adaptação. Essa fase de adaptação quer dizer que deve-se ir expondo elas aos raios solares um pouco mais a cada dia até ela conseguir se adaptar a quantidade de horas de sol necessarias para a espécie.
Se essa fase de adaptação não for respeitada a planta sofre queimaduras nas folhas e na sua estrutura e esse é um problema na estética que demora muito tempo para se recuperar, quando é o caso.
Segue abaixo alguns exemplos de estiolamento e queimaduras em cactos e suculentas:

Queimadura dos raios solares na Graptopetalum superbum.



Estiolamento da Kalanchoe kewensis com o espaçamento visivel entre as folhas e a inclinação em busca da luz.




Afunilamento na Euphorbia globosa.




Obrigada pela leitura,
Fran natura

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Plantas suculentas cristatas!

As plantas suculentas assim como outros tipos de plantas podem apresentar anomalias na sua formação durante o crescimento e uma dessas anomalias é conhecida como fasciação (cristata) onde a planta começa a crescer de forma desordenada.
As plantas cristatas não crescem de forma simétrica mais sim que em forma de leque, bagunçada em forma de crista de galo ou também chamada "monstruosa".
A forma cristata pode acontecer em centenas de espécies de cactos e suculentas e não é uma doença, é apenas uma anomalia genética.
Essa anomalia é algo que pode acontecer com pouca probabilidade e quando acontece nos da um lindo resultado, pois os cactos e suculentas na forma cristata são especiais e muito diferentes do que costumamos ver. Além de serem muito desejados pelos colecionadores assim como as espécies variegatas porque são mais dificeis de serem encontrados a venda.
O nome cristata vem logo após o nome da espécie original, por exemplo, Stapelia leendertziae na forma cristata o seu nome passa a ser Stapelia leendertziae cristata.
Falando um pouco da propagação dessas espécies, elas podem ser facilmente reproduzidas a  partir de uma planta já cristata através de estacas sem nenhuma dificuldade.
Quanto aos demais cuidados, são os mesmos que temos com todas as outras espécies de suculentas.
Vale a pena lembrar que as espécies na forma cristata podem regredir a forma original da espécie ao longo da sua vida. E uma planta suculenta normal pode começar a crescer de forma anormal.
                      Segue abaixo algumas fotos das minhas espécies que apresentam essa anomalia. 

Aeonium tabuliforme cristata



Pachyphytum compactum cristatus



Stapelia leendertziae cristata




VEJA O VIDEO:

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Obrigada
Fran natura

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Aloe black gem!

A espécie Aloe black gem é um hibrido resultado do cruzamento de duas espécies, a Haworthia cymbiformis e Aloe speciosa e faz parte do genero Aloe e familia Aloaceae originaria do Sul da Africa.
No resultado desse cruzamento se pode ver as caracteristicas das outras duas espécies, como por exemplo, as pontas longas e finas da Aloe e a transparencia da Haworthia usadas no cruzamento.
A Aloe black gem é uma espécie com uma cor amarronzada bem escura quando exposta ao sol por algumas horas diarias, caso contrario, se cultivada na sombra ela permanece na cor verde esmeralda. Planta de crescimento rapido e muito resistente a Aloe black gem cresce entoucerando.
A propagaçao mais comum nessa espécie é a divisao de touceira.
Veja a diferença de cor nas fotos:









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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Echeveria agavoides ebony hybrid!

A Echeveria agavoides ebony é uma linda suculenta hibrida com folhas de cor escura e marcante para os olhos dos colecionadores. Considerada rara no mercado de plantas suculentas e muito difícil o cultivo.
Sem muitos conteúdos a respeito dessa espécie o que posso dizer a respeito dela é que deve ser cultivada com cautela: posiciona-la em local ensolarado por algumas horas; plantada sempre em vaso; regar regularmente, esperando sempre que a terra seque completamente antes de regar novamente; deixa-la sempre protegida da chuva e estar atento ao ataque de fungos e podridão das raizes.
Nunca esqueça de usar terra com boa drenagem.
E por fim, a propagação mais comum é por folhas.



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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Adromischus cooperi!

O Adromischus cooperi ou Adromischus clavifolius é uma espécie do gênero Adromischus e família das crassulaceas originário da África, este gênero possui mais de 50 espécies e esta é a mais comumente encontrada. È uma espécie muito querida pelos colecionadores devido a particularidade das suas folhas, tanto pelo formato como pelas cores.
O Adromischus cooperi possui folhas muito carnosas com manchas de cor roxa e as pontas onduladas.
Uma planta de dimensões pequenas e porisso considerada anã, atingi no máximo 10 cm de altura, crescendo principalmente entoucerando.
Esta espécie precisa de muita luz, mais devemos estar sempre atentos a não expor aos raios de sol direto.
Uma outra coisa muito importante para esta espécie é que ela não suporta temperaturas abaixo de 5 graus e elimine a possibilidade de deixa-la levar chuva, pois o Adromischus cooperi não resiste muito tempo em terra encharcada. Mesmo tendo todo o cuidado para não deixa-lo em terra encharcada as regas devem ser regulares e de consequência para fazer regas regulares o ideal é que a terra seja de ótima drenagem.
A propagação mais comum, rápida e fácil é por folhas ja que ela é uma planta pequena. A maneira correta para propagar essa espécie por folhas é retirar uma folha saudável, deixar secar por pelo menos uma semana e plantar essa folha em terra clássica para suculentas na posição vertical. Lembrando que a propagação também pode ser feita por sementes, divisão de touceira ou estaca.
Por último e não menos importante, o Adromischus não precisa de poda mais devemos sempre retirar as folhas secas e ou podres, pois são o principal veículo de doenças parasitárias.











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Fran natura

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